quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Visão espírita do carnaval

O carnaval tem como origem uma festa romana egípcia em homenagem ao deus Saturno, em carros alegóricos, desfilavam homens e mulheres, eram os “carru navalis”, daí a origem “carnaval”. Há quem interprete como “carne nada vale”, por haver o Bacanal, que era a festa em homenagem a Baco, deus romano do vinho e da folia. O espírita não é contra o carnaval, se for um observador comedido, mas o maior problema foi o que fizeram dessa festa, uma fabrica de vícios e sexo irresponsável, um dos motivos do aumento das DSTs e de gravidez indesejada. Nesta época os espíritos mais apegados aos vícios terrenos aproximam-se da crosta terrestre para satisfazer seus desejos. Fumo, álcool, tóxico e sexo desenfreado é o alvo preferido dessas entidades, e quem não abrir o olho será “vampirizado”. Acreditem ou não é assim. Por isso é necessário estar mais atento aos pensamentos e não se deixar levar pelas “vontades da carne”, que, na verdade, não passa de exteriorização das próprias paixões imanentes do Ser.

Há em torno da Terra faixas vibratórias que envolvem a crosta com grande concentração mental de milhões de pessoas eufóricas, principalmente no Brasil, essas vibrações afetam as regiões Umbralinas que são vitalizadas pelas ondas mentais dos habitantes que transforma o carnaval em algo atraente como a festa dos corpos, dos sentidos físicos, esquecendo-se do escrúpulo e do pudor, encaminhado-se para uma linha de alienação dividindo-se entre a razão e o instinto, atraindo Espíritos das mais baixas vibrações cheios de ódio e ressentimentos do passado que lhes sugam (vampirismo) as energias psíquicas, causando grande fadiga e obsessão, pois muitos encarnados são recém saídos da barbárie referto de sensações materiais. Pessoas que faziam uso de bebidas, fumo e tóxicos, agora, do outro lado, em Espírito, induzem os encarnados a fazerem uso dessas mesmas substâncias para satisfazerem suas sensações que ainda envolvem seu corpo espiritual.

Tudo isso são reminiscências das festas de orgias na antiga Roma que se misturavam estimulantes com bebidas fortes negando os princípios de respeito a si mesmo, e somente através da Doutrina Espírita, podemos saber com riqueza de detalhes, como as coisas acontecem no mundo invisível que até o próprio Dante Aliguiere ficaria estarrecido.

Será de bom alvitre, recolhermo-nos em local tranquilo para não sofrermos perturbações que podem levar a atitudes irresponsáveis, portanto, busquemos a nossa vigilância mental na prática da leitura edificante e no sentimento nobilitante, buscando a paz interior e esforçado-nos em manter a sintonia com as esferas Superiores.

Um comentário:

  1. PROFETAS OU MÉDIUNS?

    Médium (latim, médium, meio, intermediário). Pessoa que pode servir de medianeira entre os Espíritos e os homens.

    O "deus" que orientava Moisés, era invisível e intangível. Os espíritos, (ou seja lá como algunas correntes religiosas os denomina) que orientavam os profetas, eram invisíveis e intangíveis. O Deus que orientava Jesus era invisível e intangível. Os espíritos, ou "espírito santo", que falaram através daquelas pessoas no Pentecostes, eram invisíveis e intangíveis. O espírito, ou "espírito santo" que inspira os bispos e padres católicos, os bispos e pastores evangélicos nos dias de hoje, é também invisível e intangível. Se um ser humano, visível e tangível consegue ser inspirado, (transmitir) uma mensagem desses seres invisíveis e intangíveis, significa que: Este ser humano tem uma faculdade que o torna apto para tal. Se somos todos iguais, então a lógica nos diz que esta faculdade: É A MESMA EM TODOS. Algumas correntes religiosas, chamam à pessoa que tem esta faculdade, de profeta. Nós espíritas chamamos de: MÉDIUM

    Quando o Conselho de Medicina proíbe um mau médico de exerçer a profissão, não significa que o exercício da medicina seja proíbido. É proíbido sim, o mau uso do exercício da medicina. As pessoas que, na época de Moisés, praticavam o ritual da necromancia¹, eram rudes e ignorantes ao extremo, então por uma questão de afinidade, (semelhante atrai semelhante) atraíam para sí, espíritos do mesmo nível. Que tipo de orientação um espírito dessa categoria pode dar? Obviamente que a mesma, seria acatada pelo orientado. Imagine os danos que essa orientação, trazia para a vida daqueles pessoas.
    Moisés proíbiu sim: O MAU USO DA MEDIUNIDADE

    ¹Segundo o livro "Historia das Religiões" de Antonio de Almeida e Souza, Necromancia é um culto de origem egípcia e africana onde os supostos sacerdotes tentam adivinhar o futuro evocando espíritos e com auxilio de restos mortais de animais e de pessoas.

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