quinta-feira, 29 de julho de 2010

A Maçonaria e o bode



Muita gente fala sobre muitos assuntos o qual desconhece. O presente ensaio serve para o conhecimento de todos.


Dentro da ordem maçônica, muitos desconhecem o apelido de "bode". A origem desta denominação data de 1808. Porém, para saber o seu significado, temos de voltar no tempo. Por volta do ano 30, vários apóstolos saíram pelo mundo para divulgar o cristianismo. Alguns foram para lado judaico da Palestina, e lá notaram que era comum ver um judeu falando baixinho ao ouvido de um bode, animal muito comum naquela região. Procurando saber o porque daquele monólogo, foi difícil obter resposta. Ninguém dava informações e com isso aumentava ainda mais a curiosidade dos representantes cristãos em relação àquele fato, até que Paulo, o Apóstolo, conversando com um rabino da aldeia, foi informado de que aquele ritual era usado para expiação (amargura) dos erros. Fazia parte da cultura daquele povo contar a alguém da sua confiança quando cometia suas faltas, mesmo às escondidas, acreditando, com isto que, se outros soubessem, ficariam mais aliviados junto à sua consciência, pois estaria dividindo o sentimento ou problema.


Mas, por que bode? Quis saber o apóstolo. É porque o bode é seu confidente. Como bode não fala, o confessor ficava ainda mais seguro de que seu segredo seria mantido, respondeu-lhe o rabino. A Igreja, 36 anos mais tarde, introduziu, em seu ritual, o confessionário, juntamente com o voto de silêncio por parte do padre confessor, em alusão aos rituais maçônicos. Nesse ponto, a História não conta se foi o Apóstolo que levou a idéia aos seus superiores da Igreja. O certo é que ela faz bem para Humanidade. Com esse ato do confessionário, aliado ao voto do silêncio, o povo passou a contar as suas faltas, sentindo-se, assim, um pouco mais aliviado.


Atualmente, com a confiança duvidosa em função dos escândalos por parte de alguns padres, diminuíram os confessores e os confessionários, embora tenha aumentado o número de divãs de psicanálise. Voltemos a 1808, na França de Bonaparte que, após o golpe de *18 Brumário, se apresentava como um novo líder político daquele país. A Igreja, sempre oportunista, uniu-se a ele e começou a perseguir todas as instituições que não fossem do governo ou dela própria. Assim, a Maçonaria, que era fator pensante, teve todos os seus direitos suspensos e seus templos, fechados, sendo proibida de se reunir. Porém, irmãos de fibra, na clandestinidade, se reuniam, tentando modificar a situação do país. Nesse período, vários maçons foram presos pela Igreja e submetidos a terríveis inquisições; porém, ela nunca encontrou um covarde ou delator entre os maçons. Chegou ao ponto de um dos inquisidores dizer a seguinte frase aos seus superiores: "Senhor, estes homens parecem Bodes: por mais que eu os flagele, não consigo arrancar-lhes nenhuma palavra". Assim, a partir desta frase, todos os maçons tinham, para seus inquisidores, a denominação de "Bode", aquele que não fala, que sabe guardar segredo.


O curioso é que na falta desse conhecimento, certos religiosos fanáticos inventaram a absurda história, de que os maçons em pleno século XXI, ficam adorando um bode empalhado.





segunda-feira, 26 de julho de 2010

O progresso se da com a reencarnação

Muitos se questionam sobre a reencarnação, mas se observarem pelo lado lógico do assunto perceberão que não há resposta mais convincente. Recentemente me perguntaram de onde vieram tantas almas se o mundo era pouco habitado e hoje a numero de habitantes é imenso? Deus nunca deixa de criar almas além de existir vida inteligente em outros planetas e de lá, muitos espíritos encarnam na terra, sejam eles mais ou menos evoluídos. Daí o aumento do número de encarnados no planeta.

Não é muita infantilidade acreditar que Deus cria filhos e deixa apenas o céu e o inferno como legado eterno e o restante do Universo fica vazio? Se as almas fossem criadas no momento da concepção, as que foram criadas hoje deveriam ser tão novas, primitivas e brutas quanto as que foram criadas há 3000 anos, então como explicar a lei do progresso se todas as almas sempre partem do zero? Nós nunca poderíamos evoluir, pois ficaríamos sempre no mesmo patamar de conhecimento. Alguém tem de saber mais para ensinar os que sabem menos e sem essa “bagagem” acumulada no subconsciente, como isso se daria?

O aprendizado pretérito é adquirido através das sucessivas existências, renascendo sempre, o homem evolui trazendo as idéias inatas. Lembremo-nos das pessoas que possuem forte tendência para a música, arte, matemática, entre outras áreas do saber sem nunca terem aprendido na vida presente. Sem a reencarnação Deus não seria justo, pois cria um filho num corpo perfeito e outro num corpo mutilado. Onde esta a justiça e a bondade de Deus que fez com que a alma fosse criada para sofrer sem ter feito nada?

Não há como explicar a justiça divina sem a reencarnação. A filosofia espírita quebra paradigmas enraizados e a nova geração de espíritos encarnados se encarregará de por fim as ideias infundadas, pois a lei é a do progresso das almas em ascessão constante aos píncaros da evolução espiritual.


domingo, 25 de julho de 2010

A reencarnação segundo Paulo Coelho



Paulo Coelho é considerado um dos maiores escritores brasileiro, com seu estilo literário peculiar atrai milhares de leitores. Membro da ABL e com um grande publico, seus livros são comercializados internacionalmente. Paulo Coelho, esta, inclusive, lançando o seu mais novo título "O Alefh".

Mas o que me causou espécie, foi ele ter respondido a um leitor do G1 sobre a reencarnação.

“Quando as pessoas pensam em reencarnação, elas sempre se defrontam com uma pergunta muito difícil: se no começo existiam tão poucos seres humanos sobre a face da Terra, e hoje existem tantos, de onde vieram essas novas almas?

“A resposta é simples”, disse o mestre. “Em certas reencarnações, nós nos dividimos. Assim como os cristais e as estrelas, assim como as células e as plantas, também nossas almas se dividem”. A nossa alma se transforma em duas, estas novas almas se transformam em outras duas, e assim, em algumas gerações, estamos espalhados por boa parte da Terra”.

Não sei de onde ele tirou essa idéia, mas sem precisar fazer muito esforço, Paulo Coelho não percebeu que o universo foi criado com uma finalidade útil, logo, o bom senso assinala-nos que há vida inteligente em outros planetas, de onde muitos espíritos ou almas podem vir encarnar na Terra com uma missão especifica ou para sua evolução. É por este motivo que a população terrena aumenta. Sem falar que Deus jamais deixa de criar almas, outrossim, como cria vegetais, animais através de suas leis atemporais, universais e imutáveis. Acreditamos que esse raciocínio seja mais lógico que o apresentado pelo escritor.

Se a alma pudesse ser divida em duas, como explicar o surgimento dos homossexuais, por exemplo, ou de uma pessoa altamente agressiva? O leitor aceitaria a possibilidade de sua alma ao ser dividida, dar origem a uma outra com tendências inferiores ou com características muito diferente da sua? Se possuímos apenas uma mente e dividíssemos ela em duas, como ficaria a nossa mente e da outra pessoa? E as lembranças de vidas passadas, quem ficaria com o que ? Esses questionamentos são suficientes para colocar as citações do escritor sob suspeita.

É estranho um membro da ABL falar sobre um assunto sem o mínimo de conhecimento. Ainda que suas obras sejam apreciadas, as que me chegaram às mãos, não consegui ter paciência de ler até o final.


http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/2009/12/01/sobre-a-reencarnacao/comment-page-6/#comment-80038



sexta-feira, 16 de julho de 2010

Mensagem



Dos píncaros mais elevados proveniente do âmago do Criador, surge a luz do conhecimento perene, através de vozes invisíveis que revelam leis até então desconhecidas. As orientações emanadas pelos mensageiros celestes com a luz do conhecimento vem clarear a mente questionadora. Elevemos o padrão vibratório para receber mensagens sublimes dos planos elevados para iluminar as mentes que estão sob a neblina do desconhecimento. Amemos pois, o aprendizado, e coloquemo-nos na elevação necessária para o cultivo da fé raciocinada. Aquela que explica sem pairar dúvida, que convence de forma branda e amistosa, sem imposições ou medos. A fé é a força geradora pela busca de momentos melhores, é a esperança daquilo que ainda não se conquistou. Como pronunciou o nobre Codificador; "A fé raciocinada, por se apoiar nos fatos e na lógica, nenhuma obscuridade deixa. A criatura então crê, porque tem certeza, e ninguém tem certeza senão porque compreendeu. Eis por que não se dobra. Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da Humanidade".