terça-feira, 3 de novembro de 2009

Biblioteca Municipal de Barra Mansa

Até 1836, a Câmara Municipal não possuía prédio próprio, funcionando em uma casa cedida pelo capitão João Pereira da Cruz. Neste mesmo ano, através de recursos obtidos junto à população, foi adquirida uma casa antiga para que nela fossem instaladas a Câmara Municipal e a cadeia. Remodelado, o prédio só ficou concluído em 1861, tendo como presidente o comendador Joaquim José de Oliveira, o Barão de Guapi. Por ordem do engenheiro da província, Manuel de Frias e Vasconcelos, a casa que abrigava a Câmara recebeu reformas e um grande jardim público foi feito em sua frente. As mudanças feitas em 1870, deram à Câmara de Barra Mansa o título de a melhor de toda a província. Hoje a Biblioteca Municipal de Barra Mansa esta instalada neste monumento que foi “tombado” como patrimônio histórico e possui um bom acervo que inclui livros raros, num prédio antigo e espaçoso numa área nobre da cidade. Imponente edifício de linguagem neoclássica, provavelmente de 1862.

É valorizado pelo requinte no tratamento das fachadas, com a presença ritmada de vãos em arco pleno,individualizados em panos verticais pela seqüência de pilastras com delicados capitéis. A cobertura é arrematada em toda a extensão por balaustrada contínua e frontão centralcom os símbolos da República. Sua implantação se harmoniza com a bela praça fronteira, projetada pelo paisagista francês Auguste Glaziou, denominada Parque Centenário, popularmente conhecida como o "Jardim das Preguiças".

Quem costuma caminhar pelo Parque Centenário, mais conhecido como Jardim das Preguiças, no Centro de Barra Mansa, às vezes se depara com alguns dos pequenos animais que "moram" por ali. Entre eles, o menos arisco é a Cotia, que costuma comer pipoca junto com as crianças. Uma vez ou outra, é possível visualizar um bicho-preguiça se alimentando nas copas das árvores.




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